sábado, 9 de abril de 2011

Amor

Amor. Amor. Amor.
Por que faz isso consigo mesma?
O quanto vale tudo que deseja?
Se o que escolhe, não é o que aparenta!

O que sou para ti, senão como a água.
Que na pequena brisa, muda sem mudar.
Ela está lá, imóvel. Mas no menor movimento
mostra que é o que não é.

Isso é uma máscara? Não!
Sou o que sou! Aquilo que vc vê.
É apenas o jeito de ser. Não sou preso
ao que todos queremos. Mas sou
o que todos queremos prender.
Mas por dentro, continuo sendo o que
vc vê e deseja negando querer.

Isso é liberdade. Poder se prender estando livre.
E não ser livre se prendendo.
Ah, meu amor. seja livre ao meu lado.
Se prenda em meus braços, braços que te desejam!
E viva a liberdade que vc tem medo de ver.


Deixe esse amor fluir. Não nessa calmaria,
mas na mais forte pressão exercida. Viva esse sentimento!
Não o represe! Não o deixe de canto! Secando.
Não bombeie para longe! Achando que isso
faz ele ser de outra. É seu, tudo seu!
Aceite tudo que pode ter.

Não queira apenas o reflexo se vc pode ter!

Eu te amo!

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