sexta-feira, 15 de abril de 2011

Na profunda

Na profunda floresta em que caminho.
O silêncio envolve meu ser. Floresta morta, amaldiçoada.
Afaste esse demônio silencioso de perto de mim! 
De armadura negra, enferrujada! Barulhenta, sem vida!
Em cima do seu cavalo ele marcha! Cavalo negro. Podre! 
De relinchar apavorante. Agonizante! Sedento de sangue!
Ele me observa! Se aproxima! Com sua espada na mão, ele chega. 
Cuidado, viajante! Ele quer sua cabeça.
E na sua herança de sangue, ele vai se deliciar.
Anunciando a morte, sua alma ele vai pegar!
Corra! Corra o mais rápido que puder para a ponte.
Esse é seu santuário. 


E nessa noite sem lua. Se esconda! 
Pois quando o nevoeiro chegar, sua cabeça vai rolar!
Reze! Ah... reze escolhido! O cavaleiro está te procurando!
Cavalgando pela floresta, ele vai te caçar!
Até o fim da noite e o dia começar!

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