quarta-feira, 6 de julho de 2011

O valor do que é seu!




E assim deixei aberta a porta do meu mundo.
Para que ela pudesse entrar sem pedir.
Mas vi que mesmo assim, nem mesmo o poder que dei,
foi suficiente para mostrar valor quando ela entrou!
O que tinha dentro não foi suficiente! Não, não foi! Que dor!

Sem mobílias ela o viu. Sem nada que tivesse seu gosto.
 Ela caminhou cada cômodo. Cada andar. Com a chave mestra que dei!
E nada chamou sua atenção. Nem mesmo sua dedicação. Tudo que mostrou!
Uma pena! Poderia ser uma casa perfeita. A cada perfeita dela!
Mas mesmo assim, nada dentro dela valia o que ela queria.
Desvalorizou e a fechou!

E assim ignorou. Deixando a casa abandonada. Vazia.
Mesmo sabendo que ela era a dona. Única dona!
E que tudo que tinha lá, era apenas dela e de mais ninguém.
Mas ela não acreditou! Viu com olhos cegos mais donos!
E sem conversar a respeito, riscou. Rejeitou! 

Triste!
Muito triste!

Nunca acreditou que poderia ser dona de tudo.
E talvez nunca viu realmente, o quanto valia tudo aquilo.
Por que era apenas dela! Só dela!
Mas não quis! 

E assim, perdeu para o tempo e as ferrugens.
A melhor casa que ela poderia ter encontrado nessa vida!

Que era a única dona!

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