terça-feira, 11 de outubro de 2011

O silêncio do amor




A segundos, tão amados, tão odiados.
Que perto de ti, são venerados, mas distante...
são a própria besta encarnada!
Olho sempre tuas fotos, tentando encontrar no seu olhar
um perdão, uma volta, uma saudade sua declarada! 
E antes de tudo aqui novamente desligar
te dou um beijo, para assim minha boca você provar.

Ah, amor mais amado de todos!

Seu silêncio me fere com garras brutas
 rasgando-me por inteiro.
Suas palavras de não querer falar comigo
costuram meus lábios, arranca minha língua
nesse castigo que nem os deuses seriam capazes de aplicar.
Pendurando minha carne exposta para todos
como um homem nunca deve se comportar!

Eu sinto sua falta, minha única!

E esses dias queimam minha alma, meu coração
de amor que a cada dia cresce mais nessa vida infeliz.
Clamo seu nome! Clamo mais alto se precisar!
Mas veja esse homem que chora
o silêncio daquela que ele diz amar!

Estou aqui esperando!
O fim dessa tormenta, para a vida começar!

Volte!

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