sábado, 7 de janeiro de 2012

Caído



Vou caindo, com minha alma sento dilacerada.
Nesse amor que tanto acredito, e quem amo não tenta. Nem se declara.
Com meu coração queimando por acreditar nesse sentimento.
Que me joga na mais escura vida que poderia vivenciar.

Meu corpo se corrompe na tristeza da negação.
Deixando apenas o coração ferido tomando conta do lugar.

Por que eu amo! Ah, e como amo!
E isso me faz sempre esperar pelo chamado.
Acreditando que esse momento ao lado dela um dia pode se realizar.
E mesmo na tristeza da sua rejeição... eu a amo!

Caído! Destruído no coração. No corpo. E na alma.
Sabendo que a única coisa que me deixa vivo ainda, é esse desejo de amá-la!
E isso, nem os deuses com seus joguinhos caprichosos do destino.
Vão poder fazer perder, ou o tempo apagar.

O que sou agora sem esse amor?

Sou o que sou! Acreditando ainda nisso, mas morrendo esperando ela voltar.
Na esperança desse amor valer alguma coisa, para ela me olhar.
Mas sua escolha mostra como sou insuficiente.
Como sou rejeitado...

E assim espero condenado...
nesse amor que dei meu coração e alma.
Que para sempre dela irá ser... me fazendo esperar.

Mas nada sou! Nada serei caído nesse lugar!
Que sua escolha me atirou ao afirmar...
... essa sua escolha que me fez cair sem forças para lutar.

Eu a amo!

Esperando ela uma vida comigo desejar...

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