terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Dor



Nessa distância  que sou julgado, penso, como um amor pode ser raro!
Se minha carne cortas sem nada afiado, demora então a dor pelo corte injustamente dado.
E em minha dor, nem meu choro ouvirá pela razão que foste tomado.
Pela fúria cega praticada, nessa ação facilmente vista como insensata!

Óh, meu amor! Que  conhece meu rosto e minhas palavras.
Como pode me confundir com uma casca sem alma.
Ferindo-me aos passos que se distancia com seu escolhido, seu amado.
Falando ser a mesma carne que esta aqui, chorando e deitada!

Que pecado cometi? Diga-me!
Para que os deuses me punam com tamanha crueldade!
Para tirar você, meu amor de perto!
Me afundando na mais completa angústia e insanidade.

Olhe para mim!

E tire o peso dessa culpa das minhas costas!
Pois amor amado como digo, é o mais puro amor amado!
Que tomam de mim, a melhor coisa que tenho!

Mostre para meu amor que o que enxerga, não é o caminho que precisa pegar.
Pois assim eu perco o amor, que é o amor mais sagrado!

Não me puna assim!
Mostre para ela o amor deuses!
E dê forças para ela querer comigo estar, e assim essa queda passar.

Faça ela com esse amor voltar!

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