terça-feira, 15 de maio de 2012

Amor



Ah, meu amor, meu único amor doce!

Que nas sombras me acompanha, deixando apenas a saudade que impregna.
Provocando meu corpo, mesmo de amor negado, alimentando minha agonia.
De prová-la em uma vida, que não pode ser concluída.

Amor... 
...quente amor que cutuca meu corpo com suas curvas.
Provocando meus desejos de tocá-la, sem nada mais fazer.
Deixando em pensamentos, em desejos, em sonhos, esse intenso líbido.
De provar seu corpo, com toda a vontade desse amor proibido.

Toca-me em pensamentos, pelas sombras do silêncio, onde quer que esteja.
Saciando em pequenas doses, esse livre e caloroso anseio, que mergulha no seu corpo,
entra fundo na sua carne, gozando do amor que sinto, mas nunca retribuído.
Queimando meu corpo no seu, com esse amor, ou sexo pervertido.

Ah, se não tivesse mentido tanto assim!
Talvez uma amor perfeito, pudesse ter sido vivido.
Sem mentiras, que sujaram tanto esse sentimento por mim dito.
Numa história onde o amor, os desejos e os sonhos seriam realidade.

Amar... amar... amar...

Sem ser amado, e sendo esquecido...

6 comentários:

  1. Se eu comentar, haverá uma terceira guerra mundial.

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    1. Sabe, aquela coisa de "O amor é uma flor roxa que nasce no coração de um trouxa", mas na verdade é esse povo filho da puta que fode com um sentimento tão bonito e blá blá blá.

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    2. Vou matar todos com uma bomba. Me aguarde.

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    3. É... usar esse sentimento sem sentir nada é muito cruél!

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